Nos dias que passei no Egito o tempo foi de calmaria. Se não fosse pelo prédio do antigo governo de Hosni Mubarak, ex-presidente, e os restos de projéteis pelo chão, não era possível saber que o País passou por uma revolução. Embora vestígios dos protestos ainda permaneçam, não há confrontos entre policiais e manifestantes. Muitos vivem com medo de falar algo devido à lei de emergência que ronda o País. Isso espanta qualquer pessoa que chega ao Egito. O espantoso é que mais de 850 pessoas morreram e milhares ficaram feridas para retirar o ex-ditador Mubarak, mas agora permanecem com um governo militar.

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