sábado, 26 de novembro de 2011

Egito perigoso para jornalistas mulheres

Uma notícia do jornal Folha de São Paulo deixa, pelo menos, com medo mulheres jornalistas que vão ao Egito. Segundo o periódico, "a organização RSF (Repórteres Sem Fronteiras) recomendou aos meios de comunicação internacionais que não enviem mulheres jornalistas ao Egito, depois de uma série de agressões sexuais".

É de se espantar uma situação como essa, embora manifestações - com mais de 200 mil pessoas - deixam a segurança do local vulnerável.

A Folha conta duas situações. Uma jornalista egípcio-americana relatou que foi agredida sexualmente pela polícia durante horas. Já a outra repórter francesa disse que também sofreu com o mesmo crime.

"Além de me golpearem, aqueles cachorros [referindo-se à polícia antidistúrbios] me submeteram às piores agressões sexuais", disse a egípcio-americana Mona al Tahawy no Twitter, segundo a Folha.

O mais engraçado foi a desculpa de um militar egípcio para o acontecido. "O que ela pensou que iria acontecer? O País está em uma situação sensível, estamos sob ameaça. Ela poderia ser uma espiã".

Lastimável.

Link para a matéria completa da Folha: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1011853-ong-desaconselha-viagem-de-mulheres-jornalistas-ao-egito.shtml

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