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| Praça Tahrir, símbolo da revolução no Egito, vazia em setembro |
Com tanta violência, a ideia foi instalar um hospital na praça Tahrir para atender os feridos. Segundo a Agência Brasil, o médico egípcio Mohammed Fattouh diz que já atendeu quatro pessoas feridas a bala e que três morreram por asfixia.
Os novos conflitos no Cairo iniciaram após a polícia tentar retirar manifestantes da praça Tahrir. No começo da noite de domingo (20), os embates entre policiais e populares se estenderam para as ruas próximas ao Ministério do Interior – localizado perto da praça. Enquanto policiais agiam com armas de fogo e gás de pimenta, manifestantes atiravam pedras.

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