segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Em dois dias, 14 mortos e 750 feridos

Praça Tahrir, símbolo da revolução no Egito, vazia em setembro
Não demorou muito o período de “paz” no Egito. No final de semana, como já era previsto desde que estive lá em setembro, manifestantes retornaram para a praça Tahrir pedindo o fim do governo militar e as eleições para presidente. Pelo menos 14 pessoas morreram e mais de 750 ficaram feridas em dois dias de protestos no Cairo e cidades vizinhas.
Com tanta violência, a ideia foi instalar um hospital na praça Tahrir para atender os feridos. Segundo a Agência Brasil, o médico egípcio Mohammed Fattouh diz que já atendeu quatro pessoas feridas a bala e que três morreram por asfixia.
Os novos conflitos no Cairo iniciaram após a polícia tentar retirar manifestantes da praça Tahrir. No começo da noite de domingo (20), os embates entre policiais e populares se estenderam para as ruas próximas ao Ministério do Interior – localizado perto da praça. Enquanto policiais agiam com armas de fogo e gás de pimenta, manifestantes atiravam pedras.

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