Após o embaixador de Israel no Egito, Yitzhak Levanon, deixar o Cairo, não há mais manifestação em frente ao prédio. No lugar de um muro, que antes protegia os diplomatas, mais de 20 policiais fazem uma barreira humana e não deixam ninguém trafegar pelo local. Pela avenida onde ficava a estrutura é fácil observar sinais do protesto.
A embaixada israelense foi alvo de uma manifestação na madrugada do dia 10 de setembro. Uma multidão, munida de pedaços de madeira e ferro, ocupou a o local e queimou a bandeira de Israel. A ação foi uma represália por causa da morte de cinco policiais egípcios na fronteira com o País vizinho, próximo à Faixa de Gaza.
Após o protesto, o governo do Egito declarou estado de emergência e o embaixador de Israel teve que deixar o País. Segundo um guia local, a polícia e o exército dificultam a entrada de qualquer pessoa na embaixada. “Até turistas eles barram”, enfatiza.

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