sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Cairo

A chegada no aeroporto do Cairo, após 15 horas de voo entre Brasil e Egito, foi apenas por volta das 23h50 de quinta-feira, dia 15. Dois dias de viagem e consigo enfim chegar ao tão merecido hotel. O lugar de descanso fica nada menos do que cinco quilômetros da Praça Tahir, ponto de movimentos políticos importantes para o País. O local foi palco de protestos e embates que derrubaram o ditador Hosni Mubarak.

Neste primeiro dia da capital do Egito, com mais de 18 milhões de habitantes e lugares milenares para conhecer, a única coisa que quero é uma cama para descansar. Nada mais. Na sexta, sei que será um longo dia e com muita coisa para garimpar no pouco tempo que terei por aqui.

Nestes minutos que passei entre o aeroporto e o hotel, percebi o universo que há entre o Brasil e o Egito. Não falo de condições econômicas,e sim da cultura de povos totalmente diferentes.

Mesmo numa metrópole, me assustei ao ver um trânsito sem sinalização e mesmo assim as pessoas se entendendo. O tráfego nada mais é do que um amontoado de veículos um buzinando para o outro. E os motociclistas circulando sem nenhuma segurança e muito menos capacete.

No meio de tanta coisa, o deslumbre pelo tom marrom da cidade logo foi embora. A minha atenção foi roubada, nesta quinta-feira, pelo calor fumegante de 40 graus.


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