O povo egípcio vive numa genuína história de ironias. Após passar 40 anos sem ter uma eleição, o povo revolta-se em pouco tempo e derruba o líder ditador Mubarak.
Para controlar os ânimos do povo, que comemorava a vitória, assume o poder o exército do País. E a cena volta a ser a mesma. Medo, falta de liberdade e a imposição de poder voltaram a uma nação que mal pode comemorar a vitória política popular.
Ao andar pelas ruas do Cairo é comum dar de cara com militares, armas e um ambiente constrangedor, seja para os moradores ou visitantes. Não é nada confortável ver tanques de guerra pronto para controlar a população em caso de mais manifestações.
Este é o ambiente que vi neste primeiro dia. Não estava preparado para isto. O meu trabalho não me preparou para algo como estou vendo agora. Muito menos a faculdade.
Para controlar os ânimos do povo, que comemorava a vitória, assume o poder o exército do País. E a cena volta a ser a mesma. Medo, falta de liberdade e a imposição de poder voltaram a uma nação que mal pode comemorar a vitória política popular.
Ao andar pelas ruas do Cairo é comum dar de cara com militares, armas e um ambiente constrangedor, seja para os moradores ou visitantes. Não é nada confortável ver tanques de guerra pronto para controlar a população em caso de mais manifestações.
Este é o ambiente que vi neste primeiro dia. Não estava preparado para isto. O meu trabalho não me preparou para algo como estou vendo agora. Muito menos a faculdade.

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