terça-feira, 20 de setembro de 2011

Queremos um País forte


Mulher caminha em frente a prédio incinerado em protesto
Os egípcios ainda têm medo de falar sobre a queda do presidente Hosni Mubarak, mesmo após sete meses do episódio. Um dos motivos é a lei de emergência, que muito tem assustado a população. 


As pessoas não arriscam discutir sobre política na rua. Mas dentro de residências, onde não há policiais, alguns egípcios mostram um Egito pós “ditadura”.


Sabry M. Armed, 28 anos, manifestou na praça Tarhir em janeiro e hoje diz estar feliz com as mudanças no País. Agora, espera ansioso pela votação em novembro para escolher um novo governante.
Entrevistei o egípcio para saber como um habitante daqui vê as mudanças depois da revolução que ainda está acontecendo, mas que não é mostrada para o mundo.
Novo Egito
Depois da queda do ex-presidente, militares estão nas ruas
Egito é um país seguro, depois de deixar a corrupção e castigar as pessoas más. A economia está aumentando muito, os salários só aumentam depois da revolução. O Egito é um país forte, rico por ter o Canal de Suez, petróleo, polícia e um exército bom que é capaz de nos proteger, proteger as fronteiras.
Democracia
Temos agora uma democracia, justiça social. Os serviços como educação e hospital são melhores que antes.
Agricultura
A agricultura depois da revolução aumentou muito porque o governo egípcio tem interesse na agricultura. Também a indústria  floresceu porque, depois de acabar com a corrupção, os projetos de investimento aumentaram.
Relação com países vizinhos
Nossas relações com países vizinhos são excelentes, como Israel e o povo palestino.
Novas leis
Agora todas as leis foram criadas por uma manifestação pacífica e protegem a gente e as eleições que serão em dois meses para eleger um presidente que governará quatro anos.
Presidente
Queremos eleger o presidente do país, que governará junto com o povo por quatro anos até outra eleição.
Palpite
Amr Moussa, chefe anterior, deve ganhar as eleições.

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