sexta-feira, 16 de setembro de 2011

O trânsito no Egito


Vivemos em Joinville num embate diário para a educação do trânsito para que motoristas, motociclistas e pedestres cumpram à risca as regras. Aqui pelo Egito o negócio não é bem assim.

Em vez da leis e das multas, o que basta é o bom senso, ou a falta dele às vezes. Sem nenhuma diretriz para direcionar o vai-e-vem de veículos, é no improviso que a coisa acontece.

É comum ver episódios com gente andando sem capacetes - raro é ver o contrário - e uns ultrapassando os outros apenas usando a buzina.
Para organizar o povo em cima do veículo, não há limites. Põe-se o quanto puder ou couber.

Nesta guerra diária do trânsito, o pedestre é que sai em desvantagem. Não há faixa de segurança e muito menos semáforo. O jeito para atravessar é partir numa rápida corrida, em que um bom reflexo é o mais importante.

Pior do que este caos no tráfego é perceber que não há acidentes. No tempo que fiquei por aqui não vi batidas, atropelamentos e outros problemas. Será que o mesmo aconteceria em outra cidade do Brasil com 18 milhões de habitantes e com severas leis de trânsito? Acredito que não.


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